Git reflog, salvador de emprego da sexta feira da maldade

Primeiro a historinha

Era uma bela quarta feira e não era dia de maldade. Meu colega backender me avisa que eu podia retomar uma tela em que ambos estávamos trabalhando e me disse que ele já tinha terminado a parte dele (sim, onde trabalho os backenders mexem no HTML e JS =P).

Eu tinha parado de trabalhar na tela quinze dias atrás, já que o backender estava enroscado em um bug do IE9 (sim, nós ainda damos suporte =|).

Como de costume e meio no automático, checkoutei a branch dele e fiz update (fetch e pull) dos arquivos em todas as pastas (pequenos projetos independentes) que fazem parte do projeto grande (tudo automatizado num shellzinho básico).

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E ae, quanto vale a sua carreira?

Todos os dias vemos amigos, colegas e ídolos indo trabalhar fora do país. Dos frontenders que eu admiro, a maioria não mora mais no Brasil e isso é bom, é ótimo para eles e para nós, pois nos dá um sonho a seguir, algo pelo que lutar, estudar e seguir trilhando nossa vida.

Estou aqui em Porto Alegre, dentro de um quarto numa housing (é tipo uma república) e nesta segunda visita, tenho descoberto que a temperatura em POA quando não ta muito frio, está muito quente, e dentro deste quartinho de 2m x 4m com apenas um ventiladorzinho, tá muito mais quente do que lá fora.

Esta é minha primeira visita a POA. Bom, oficialmente é a terceira, a primeira vez cheguei aqui para o Brazil JS ano passado, mas, neste atual contexto é a primeira.

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Caixas flutuantes, o mistério

Quando trabalhamos com desenvolvimento há um bom tempo, acabamos fazendo as coisas quase sempre da mesma forma.

No começo, ou quando encontramos algum novo desafio, é comum ficar pensando em qual é a “melhor” forma de fazer algo. Uma vez que chegamos à solução, colocamos ela no nosso “repositório” mental e a partir desse momento é comum fazermos “esse algo” seguindo a mesma “solução”. Obviamente, eu não sou a exceção. Continue lendo “Caixas flutuantes, o mistério”